[youtube https://www.youtube.com/watch?v=n2dry-ew6A4?autoplay=1&w=580&h=385]
Conforme o calado do barco diminui as possibilidades de lugares para ancorar aumentam. Especialmente em lugares de águas rasas como Guaíba em Porto Alegre. Estamos agora no Clube dos Jangadeiros, onde fomos recepcionados pelo . . .

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48 COMENTÁRIOS

  1. Espetacular o exemplo dessa senhora com seu projeto de inclusão social, porém é uma lastima que esses clubes sejam extremamente elitizados, o que afasta a possibilidade de expansão da vela. Na verdade, o turco tem razão quado afirma a pobreza da elite brasileira. Parabéns pelos vídeos pessoal, são inspiradores … esse ano começo minhas aulas de vela …

  2. Olá amigos continuando o assunto da Tina eu sempre me pergunto pq o iatismo no Brasil não prospera? Certamente a questão é mais econômica e menos cultural. Será que não existe ninguém capaz de criar um projeto tipo MSB movimento dos sem barcos algo filantrópico com voluntários e gente dispostas a investir impresarios do setor lucrariam com isso a médio prazo. Será que os impresarios do setor direto ou indireto já se deram conta de quanto isso pode reverter pra eles. No final das contas fica aquela impressão de que quem tem não está nem ai pra quem não tem.

  3. Olá. Mais uma vez gostaria de fazer um apelo ambiental.
    A abrangência do canal é imensa. Hoje vocês são formadores de opinião. E para muitos (como em algum momento foi pra mim ) vocês de alguma forma são responsáveis em trazer as pessoas para o mar.
    Por esse motivo a questão do cuidado ao meio em que vivemos (mar) deve ser tratada de forma mais harmoniosa e dar espaço a questões e debates mais ambientais.
    Viver a bordo é desapegar. Repensar o consumo, se abstrair dos luxos, para que os olhos e a alma contemplem aquilo que realmente faz sentido. A natureza. E pra isso, não importam os lençóis, a louça, ou o tamanho do barco.
    Tenho feito muitas pesquisas sobre o que os velejadores fazem com os resíduos quando saem, principalmente em longas travessias.
    Não há menção sobre isso, nenhum livro de travessia é mencionado o resíduo. Nenhum diário de bordo. Soube com muita tristeza por um capitão que recente voltou de uma longa travessia que grande parte do resíduo foi lançado ao mar, segundo ele, por falta de espaço de armazenamento e mau cheiro (segundo ele, mesmo lavando os recipientes no mar houve mau cheiro, o que me causou certa estranheza, porque desde que moro a bordo, minha louça é lavada no mar, e não enxaguo com água doce, isso nunca foi um problema).
    Por isso peço, que se abra o assunto. Não apenas os residuos. Todas as questões de como podemos viver de forma mais harmoniosa possível com a nossa natureza. Repensando o consumo. O ego e a vaidade.
    Abram os olhos para o que realmente importa. E usem o poder de acesso que hoje vocês conseguiram para passar uma mensagem que realmente transforme, e que faça com que as pessoas repensem hábitos, e a relação com o lugar onde vivem.

  4. Adriano muito legal cara , lindo de mais! e como é bom ver que em nosso querido Rio Grande do Sul a cultura da vela é tão grande não imaginava. é notável a felicidade que vcs transmitem em cada episódio , que vcs realmente estão se sentindo em casa . Aguardo vc , aqui em Santa Catarina , tenho poita disponível para vcs. Grande Abraço !

  5. Mais uma vídeo fantástico Adriano e Aline. Sou do RS e estou morando a 1 ano e meio no Porto (Portugal) e adivinha se já não fui buscar um curso de vela, inclusive já mareei em uma das aulas no Rio Douro, hehehehe. Quem sabe um dia não volto pra Porto partindo aqui do Porto velejando. Abraços e parabéns.

  6. Daaaaale Adriano, obrigado por compartilhar mais um vídeo fantástico! Em outro vídeo te falei da minha viagem de bike até Paraty – o primeiro passo já foi dado, que foi pedir demissão haha agora vou iniciar os preparativos e aprender a manobrar a maquina de fotografia profissional, pretendo registrar todos os 21 farois da nossa costa. Abraço e no aguardo de uma visita a Pelotas/Rio Grande