[youtube https://www.youtube.com/watch?v=Gb7-ZMIJcN4?autoplay=1&w=580&h=385]
Eu sempre achei que velejar tinha muitas semelhanças com andar a cavalo. Nos dois casos você esta em cima de um “ser”, com alguma liberdade poética aqui, que você controla parcialmente. Nesta entrevista . . .

Você tem que estar logado para acessar este conteúdo

Crie um perfil ou acesse com o seu Facebook, Twiter ou Gmail

 

Criar perfil

33 COMENTÁRIOS

  1. Buenas. Hoje consegui e comecei a participar do cafezinho. Sou gaúcho da Capital. Nascido na Beneficência e assíduo desta canal, aliás estou a 5 horas colocando em dia seus/nossos vídeos. Quanta sapiência deste Sr. Iberê. Lindo de ver. Segue #Sal. Tamo junto. Abraço de quebrar costelas, tchê.

  2. Estou meio atrasado na maratona #SAL.. na verdade, disciplinei-me e encontrei mais lógica em seguir a sequência correta. Este homem Iberê é tão rico e denso que talvez vários capitulos/dias #SAL não bastariam para tanta história. aliás, dificil eleger modo tão prazeiroso de curar descrenças com o semelhante do que assistindo teus videos!

  3. Estimados Aline e Adriano! Este episódio foi o mais bonito e profundo. Sugestão acho que deveriam começar a colocar no papel estas histórias que são de uma sensibilidade enorme, profunda e verdadeira. Ah!! Por gentileza com prefácio do Iberê !!! Que tal um livro compilado de histórias contos e causos. Sabe fiz equitação e sou velejador me identifiquei muito com essa história. A civilizações mais avançadas sabem cavalgar e navegar com maestria. Os mongóis são o povo que melhor dominam a arte de cavalgar. No entanto, não navegavam. O Estribo foi a invenção primordial para conquistas, pois permitiu o centauro cavalgar e empunhar armas. Os vikings dominaram as duas artes. Em suma, um belíssimo episódio, rico, maravilhoso. Um parabéns do tamanho do Rio Grande!!!